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Artigos científicos

Científico

Interpretation of the Electrocardiogram of Young Athletes

Anticoagulation practice in cardiac electrophysiology

Update on medical management of atrial fibrillation
in the modern era


2011 ACCF/AHA/HRS Focused Update on the Management of
Patients With Atrial Fibrillation (Updating the 2006 Guideline


2012 HRS/EHRA/ECAS Expert Consensus Statement on Catheter
and Surgical Ablation of Atrial Fibrillation: Recommendations
for Patient Selection, Procedural Techniques, Patient
Management and Follow-up, Definitions, Endpoints, and
Research Trial Design


2011 ACCF/AHA/HRS Focused Update on the Management of
Patients With Atrial Fibrillation (Update on Dabigatran)


New concepts for old drugs to maintain sinus rhythm
in patients with atrial fibrillation


The incidence and prognostic significance of new-onset atrial
fibrillation in patients with acute myocardial infarction and left
ventricular systolic dysfunction: A CARISMA substudy


Arrhythmias originating from the right ventricular outflow tract:
How to distinguish “malignant” from “benign”?


Value of the signal-averaged electrocardiogram in
arrhythmogenic right ventricular cardiomyopathy/dysplasia


Myocardial performance is reduced immediately prior to
ventricular ectopy


Adenosine and syncope: The conscious relationship?

Predicting the cause of syncope from clinical history in patients
undergoing prolonged monitoring


Prediction of vasovagal syncope from heart rate and blood
pressure trend and variability: Experience in 1,155 patients


Implantable cardioverter-defibrillator therapy improves
long-term survival in patients with unexplained syncope,
cardiomyopathy, and a negative electrophysiologic study


Digital implantable loop recorders in the investigation of
syncope in children: Benefits and limitations


Identification of high-risk syncope related to ventricular
fibrillation in patients with Brugada syndrome


Syncope in Brugada Syndrome Patients: Prevalence, Characteristics
and Outcome


Newborn screening to prevent sudden cardiac death?

Sudden infant death syndrome: Do ion channels play a role?

The Mode of Death in Implantable Cardioverter Defibrillator and
Cardiac Resynchronization Therapy – Defibrillator Patients: Results
from Routine Clinical Practice















Aspectos evolutivos e terapêuticos das taquicardias fasciculares em jovens.

ROGÉRIO ANDALAFT, DENILSON E S FRANCO, RICARDO HABIB, MARIANA F NOGUEIRA, CARLA DE ALMEIDA, GEORGIANE C PONTA, BRUNO P VALDIGEM, CLAUDIA S FRAGATA, LUCIANA V ARMAGANIJAN e DALMO A R MOREIRA.
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, SP, BRASIL.

Introdução: As taquicardias fasciculares (TF) são taquicardias de complexos relativamente estreito com morfologia ao ECG tipo BRD e BDAS e de forma geral fornecem dificuldade diagnóstica ao cardiologista pediátrico se confundindo com taquicardia supraventricular (TSV) o que retarda o início do tratamento específico.Objetivo: Descrever o comportamento clínico de um grupo de jovens em um hospital terciário enfocando aspectos diagnósticos terapêuticos e evolutivos. Resultados: Foram avaliados 11 pacientes (p) (7 masculinos) na infância e adolescência com idade média de e seguimento em média de 36,3 meses (1 a 84meses) com quadro de TF. A FC media da taquicardia foi de 193 ± 40,9 bpm sendo que 45,4% dos p necessitaram de UTI. O diagnóstico de TSV foi firmado inicialmente em 64% dos p. 90% apresentavam achados ECG típicos. Três p apresentavam quadro de ICC e disfunção ventricular (taquicardiomiopatia) no momento do diagnóstico. Amiodarona foi a medicação inicial em 72,7% dos p, ao passo que verapamil foi utilizado em 63,6% dos p após o diagnóstico no setor especializado. O índice de recorrência foi de 27,2%, sendo todos os casos nos primeiros 12 meses. Ablação foi indicada em 63,6% (7 p), sendo realizada com sucesso em 71,4% dos casos.Conclusão: 1)As TF são frequentemente confundidas com TSV. 2) Conhecer o padrão de ECG e a evolução permite o tratamento adequado e favorece a evolução benigna do p

Diagnósticos de ECG na população pediátrica com o uso de um sistema de tele ECG

ROGÉRIO ANDALAFT, VIRGINIA B C PINTO, RODRIGO L LERVOLINO, RICARDO G RAGOGNETE, SANDRO P FELICIONI, SERGIO B GOMES, CARLA DE ALMEIDA, MARIANA F NOGUEIRA, DALMO A R MOREIRA e F FAUSTINO A.C. FRANCA.
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo, SP, BRASIL.

Introdução: Conhecer os diagnósticos de ECG na infância permite ao médico visualizar os padrões patológicos e de normalidade. Objetivo: Avaliar a distribuição dos diagnósticos de ECG em uma população pediátrica de 0 a 10 anos de idade coletados durante 3 anos (2007 a 2010). Material e Métodos: Foram analizados 3139 exames de crianças entre 0 e 10 anos de idade retirados do sistema Tele-ECG. Estes foram classificados de acordo com a diretriz brasileira de ECG. Resultados: De169519 ECG, observamos 3139 exames (1,85% do total) na população pediátrica. 2536 foram normais (80,7%). Quanto ao ritmo encontramos: sinusal (2949 – 93,9%), bradicardia sinusal (48 – 1,5%), taquicardia (taq) sinusal (119 – 3,79%), ritmo atrial ectópico (21- 0,66%), ritmo juncional (2 - 0,06%), taq supraventricular (1-0,03%), taq ventricular não sustentada (1- 0,03%), marcapasso atrial migratório (1- 0,03%), extra sístole supraventricular (27- 0,86%) e ventricular (10 – 0,3%). Bloqueios atrioventriculares ocorreram em 0,41% (13) e pré-excitação ventricular 0,44% (14). Distúrbios da condução pelo ramo direito ocorreram em 7,96% (250) e pelo ramo esquerdo 1,65% (50). Analisando assobrecargas observamos atrial direita em 0,12% (4), atrial esquerda 0,06% (2),biatrial 0,06% (2), ventricular direita 2% (64), ventricular esquerda 0,79%(25) e biventricular 0,54% (17). Alterações da repolarização localizadasocorreram em 1,4% (44) e difusas 0,19% (6). QT prolongado foi observado em 0,35% dos ECG (11). Conclusão: A utilização do Tele - ECG permite às equipes de saúde traçar em os padrões de ECG em nossa população, facilitando a emissãoe a interpretação dos laudos de ECG.

Arritmias no pós operatório de pacientes com síndrome de hipoplasia do coração esquerdo (SHCE). Aspectos clínicos e evolutivos

ROGÉRIO ANDALAFT, BIANCA D L BEZERRA, DANIELLE G LEITE, SOLANGE C GIMENEZ, MARCELO B JATENE, CARLOS A C PEDRA, SIMONE R F F PEDRA, LUIZ C B SOUZA, JOSE C FERNANDES, IEDA B JATENE e CARLOS R FERREIRO.
Hospital do Coração - Associação Sanatório Sírio, São Paulo, SP, BRASIL.

INTRODUÇÃO: A SHCE é uma condição grave que envolve alta mortalidade e intervenção imediata. As complicações contribuem para mortalidade devendo ser imediatamente reconhecidas e tratadas. OBJETIVO: Descrever um grupo de 21 pacientes (P) com SHCE em evolução pós operatória (PO) enfocando os eventos arrítmicos, o manejo e a evolução. RESULTADOS: Foram avaliados 21 P (62% masculinos, com idade média 6 dias na cirurgia, entre os anos de 2001 e 2010) submetidos a procedimento paliativo para SHCE. 14,2 % dos pacientes apresentavam associação com DASV (defeito do septo AV). Do total de P 33,3% (7 P) foram submetidos a cirurgia de Norwood (com tempo médio de CEC 140 min ±35 min). 66,6% dos P (14P) foram submetidos a procedimento hibrido. Evoluíram com disfunção ventricular moderada ou severa um total de 8 P (38%, sendo 37,5% com disfunção severa). 76% do total de P evoluíram com taquicardia supraventricular (incluindo taquicardia sinusal com FC>p95 para idade). Os distúrbios chamados primários (taquicardia atrial e juncional) ocorreram em 19% (4P) sendo que todos haviam sido submetidos a CEC. Cinco P foram submetidos a terapia antiarrítmica sendo 60% das vezes com amiodarona. As bradicardias (bradicardia sinusal) ocorreram em 5P (23%), sendo que 20% dos casos necessitaram de suporte com marcapasso (MP). A taxa de mortalidade total do grupo foi de 33% (7P). Quanto à parada cardiorrespiratória (PCR), esta ocorreu em 8P (38%), todas em ritmo não chocável-diretrizes da AHA (87,5% em assistolia e 12,5% em AESP) com índice de mortalidade pós parada de 87,5% (7P). CONCLUSÃO: 1) As arritmias no PO de SHCE são uma realidade e devem ser tratadas agressivamente; 2) A presença de CEC está associada a taquicardias primárias onde o suporte antiarrítmico geralmente é necessário; 3) Os ritmos de PCR na SHCE não diferem dos ritmos de PCR de outras crianças apesar da gravidade do quadro, porém evoluem com alta taxa de mortalidade; 3) Estimular o implante de fios de MP atriais e ventriculares na cirurgia é salutar tanto para tratar as taquicardias juncionais quantos as bradicardias

Arritmias no pós operatório de cardiopatias congênitas. Aspectos epidemiológicos em um hospital especializado

HELOISA MARIA KHADER, ROGÉRIO ANDALAFT, SOLANGE COPPOLA GIMENEZ, GIOVANA BROCCOLI, CINTIA VRANJAC, MARCELO BISCEGLI JATENE, IEDA BISCEGLI JATENE, JOSE CARLOS FERNANDES, CARLOS REGENGA FERREIRO e LUIZ CARLOS BENTO DE SOUZA.
Hospital do Coração- Associação Sanatório Sírio, São Paulo, SP, BRASIL.

INTRODUÇÂO: As arritmias no pós operatório das cardiopatias congênitas são relativamente frequentes e influenciam diretamente sobre a morbi mortalidade dos pacientes. Muitas vezes os quadros arrítmicos estão relacionados a manipulação de estruturas e também a fenômenos inflamatórios relacionados a CEC. OBJETIVO: Descrever a incidência e a mortalidade associada a taquicardias supraventriculares (TSV) no pós operatório de cardiopatias congênitas em um hospital altamente especializado em cardiologia pediátrica. RESULTADOS: Foram analisados 1067 pacientes (com idade média de 3,7 anos - variando entre 0 e 55 anos) submetidos a cirurgias corretivas entre os anos de 2007 e 2010. Destes 829 P necessitaram de circulação extracorpórea. Do total de cirurgias 84P evoluíram com taquicardias de etiologia supraventricular (em sua maioria JET). As cardiopatias corrigidas mais prevalentes que evoluíram com arritmias foram a Tetralogia de Fallot 16,5% (13P), defeito do septo atrioventricular 13,8% (11P), transposição de grandes artérias 11,2% (9P) e comunicação interventricular 11,2% (9P). Não houve diferença estatisticamente significante entre a CEC no grupo com arritmia (média 95 min) comparado ao grupo sem arritmia (92 minutos). No entanto a taxa de mortalidade dentre aqueles que apresentaram TSV foi de 7,2% (6P). CONCLUSÃO: As TSV são fatores complicadores das cirurgias cardíacas congênitas e estão envolvidas com significante morbi mortalidade. 2) Apesar da CEC ser um potencial fator na gênese das arritmias em nosso estudo a diferença entre os grupos arritmia e não arritmia não foram significantes.


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